Tua alma expõe, destemida Diana,
Veemente apaixonada, sutilmente
atrevida.
Sabes que à aurora estará de
partida,
Pois és da noite cativa soberana.
De prata vestida, esplendorosa, insinuante,
Resplandece tua essência, se
mostra nua.
Em breves contemplar, desejas ser
tua,
Mas solitária, vagas errante.
És tu, fogo de labaredas ensolarado,
Dela, és o desejo, és o pecado,
Que a rejeitas contrariado.
Sortilégio, os faz prisioneiros,
Dia e noite, nesse céu, cativeiros.
Penosa saga de amantes
forasteiros.
Susely

Nenhum comentário:
Postar um comentário