Pesarosas janelas
da vida,
Pleiteavam uma chuva que não cairia.
Um furacão, o templo consumia,
Bloqueando saídas numa infame arritmia,
Transformando em vã, ligações e sintonias.
Neste altar onde o olhar fala o que a boca
cala,
Frondosa ferida no livro da vida emergia,
Daquelas que se enraíza, que jamais sara ou é
removida,
Sem que pela alma, seja requerida
A luta, pelo extermínio desta maldita.
São como mortos das tumbas tentando levantar,
Ansiosos por um espaço à assombrar,
Mas, o que morreu, morto deve ficar.
Lá fora, estrelas no oriente brilham,
Um novo dia, uma nova chance, corações inflamam,
Provando que na vida, quem acredita, os nós
desatam.
“Mente sã, corpo são” sábia filosofia,
Que há muitos séculos nos guia e inspira,
Sem que saibamos quão
grande é sua valia.
Susely

Um comentário:
Magnífico...grande mudança...
Postar um comentário