Caminho na
contra mão,
Vagarosamente,
do usual tão desatenta,
Não sei
qual a razão,
Tudo
normal me deixa sonolenta.
Aprecio a
vida de um jeito diferente,
Mesmo que
a maioria não compreenda,
Muitas
vezes, até julgam inconseqüente,
Não entendem
minha contenda.
Espreito
alguns detalhes
Coisas que
escapam aos olhares,
Fragmentos
singulares,
Disfarçados,
para não notares.
É preciso
relaxar e libertar a mente,
Destravar
o consciente,
Dar asas à
percepção,
Captar com
o coração.
É difícil
viver assim,
Camuflada
dentro de mim,
Mas, já
não dá para esconder,
O que na
alma esta a florescer.
Sou o meu
juiz e carcereiro,
Dou-me
liberdade ou cativeiro,
Concedo-me
vida ou morte,
Sou dona
de minha sorte.
Ser feliz
é coisa de alma,
Seja como
for, em depressão ou turbulência,
Rasgada
pela solidão ou carência,
Acabo
encontrando a Luz que me acalma.
Prá vida
não há receita,
Ela jamais
será perfeita...
Mas,
enquanto houver amanhecer,
Alegria e
amor, minh’alma irá reger.
Susely

Um comentário:
Maravilhoso este seu poema...bastante interno...
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